29/07/2021 às 23h14min - Atualizada em 29/07/2021 às 23h14min

Polícia Federal apreende veículos e bens de organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas

Operação Darth: o grupo era o responsável por carga de 1 tonelada de cocaína apreendida, em 6/7/2021

Assessoria

A Polícia Federal deflagrou hoje (28/7) a Operação Darth, para investigar esquema de transporte de cocaína, em Santa Catarina. A ação teve início em 6/7/2021, após a apreensão de aproximadamente 1 tonelada de cocaína, na cidade de Guaíra/PR.

Cerca de 20 policiais federais deram cumprimento às ordens judiciais de busca e apreensão e sequestro de bens, nas cidades de Chapecó, Xaxim e Xanxerê no oeste de Santa Catarina. Ao todo foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão e ordens de sequestro expedidas pelo Juiz Federal da Vara Federal de Guaíra/PR.

Segundo levantamento interno, a apreensão de cocaína foi a maior já realizada pela PF em Guaíra/PR. A droga estava escondida na lataria dos bi-trens, que transportavam carga de soja. Para encontrar o entorpecente, a PF contou auxílio do cão farejador DARTH.  Naquela oportunidade 3 homens foram presos, sendo os motoristas das carretas e um ajudante.

 A investigação apontou que os responsáveis pelo transporte da droga, e que foram presos no dia 6/7, utilizavam uma revenda de automóveis como fachada para ocultar o proveito dos crimes, adquirindo diversos veículos para posterior revenda, dissimulando assim os lucros obtidos com a prática do tráfico de drogas.

Durante as diligências constatou-se que os investigados registravam os veículos em nome de terceiros e que estas interpostas pessoas outorgavam procurações para viabilizar a revenda dos veículos e não levantar quaisquer suspeitas sobre os reais proprietários dos bens, já que não poderiam justificar o patrimônio a descoberto.

A apreensão de mais de uma dezena de veículos no Estado de Santa Catarina foi determinada pela Justiça Federal em Guaíra e se deu após as investigações demonstrarem que o grupo detinha organização suficiente para, além da complexa logística de transporte de cocaína do Estado do Mato Grosso do Sul para o interior do país, blindar o patrimônio auferido ilicitamente, mantendo negócios com aparência de lícitos em outro Estado da Federação.


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